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É caracterizado pelo descontrole de impulsos e da conduta e pelo comportamento agressivo do

indivíduo.


Crianças com TOD apresentam sintomas como:

Irritabilidade | Desobediência | Agitação | Culpabilizar os outros |

Raiva Constante | Ser vingativo e cruel | Agressividade

 

Não existe um fator específico para o desencadeamento do TOD, mas especialistas apontam que uma combinação de predisposições neurobiológicas, fatores de risco psicológicos e disfunções no ambiente social no qual a criança está inserida. Esse transtorno apresenta de forma recorrente o desafio, negativismo, acesso de ira, desobediência, hostilidade e violência.

Além disso é comum a perda de paciência, responsabilizar os outros pelos próprios erros ou mau comportamento, demostrar raiva, ressentimento, rancor e ainda a busca de vingança.


Em muitas situações a criança procura, de forma proposital, aborrecer as pessoas que fazem parte do seu convívio. Por ser um transtorno o objetivo maior não é cura de forma definitiva, mas sim em estabilizar esses sintomas. Normalmente esse transtorno traz conflitos constantes junto à família, professores e ainda colegas.


Essa postura com o passar do tempo vai trazer problemas sérios não só na vida acadêmica do individuo como também na sua vida profissional, dificultando o convívio social e dificultando ainda a sua vida emocional. Da mesma forma que ocorre com o Autismo o TOD tem uma maior incidência em meninos e há fatores genéticos e do ambiente quando a criança não tem uma rotina de disciplina ou que não foi ensinada a se frustrar.

A forma de como os pais educam os filhos, principalmente se for de uma forma muito autoritária pode contribuir para o desenvolvimento desse transtorno principalmente se a criança tiver uma predisposição para esse quadro.


O TOD pode estar vinculado a outros tipos de transtornos como TDAH, Autismo e Transtorno Bipolar. De uma forma mais cientifica, o cérebro de uma criança com TOD funciona de forma diferente. Pesquisas indicam que o cérebro de quem TOD apresenta uma instabilidade nas áreas de regulação emocional para cumprir atividades que não do seu desejo e isso faz com que o indivíduo acabe tendo desiquilíbrios.


Aproximadamente de 40% a 50 % dos pacientes com TOD, precisam ser medicados, pois os pais acabam apresentando um quadro de estafa considerável e dessa forma não conseguem se expressar como autoridade e a falta de medicação pode não trazer a ordem natural das coisas. A medicação permite o controle da condição emocional da criança.


E como tratar o indivíduo com esse tipo de transtorno?

O TOD faz com que a criança sempre queria estar no mesmo nível de autoridade dos pais e sempre quer dirigir os rumos da casa ou da escola. Ele também não consegue entender que a desobediências traz muito mais problemas do que a obediência. Assim quando ocorrer uma crise de raiva, os pais não devem conversar ou discutir porque nesse momento a criança não vai estar ouvindo nada do que está sendo dito a ela. O importante é se dar o tempo necessário para a criança se acalmar.


Isso faz com que a criança perceba que suas reações explosivas não darão o resultado esperado ou desejado por ela. Outro ponto importante é que todos da família devem ter o mesmo tipo de postura. Quando uma pessoa da família falar não, todos também devem falar não. O importante é ser claro, direto e objetivo e não permitir contra-argumentos desafiantes ou opositores.

 

As terapias comportamentais de manejo parental quando os pais recebem um treinamento de técnicas de aprendizagem social, tem eficácia de 80 % para a melhora dos sintomas. Um ponto interessante é que enquanto os meninos são mais agressivos, as meninas são manipuladoras atuando sempre nos bastidores com o objetivo de alcançar suas vontades. Em virtude de todas essas colocações, se faz necessário um grande esforço de não deixar a criança chegar na sua adolescência sem o devido acompanhamento.


Será muito mais fácil intervir na fase infantil quando as crianças já apresentam o quadro de opositores. O TOD aumenta o risco de uma criança se tornar delinquente, se envolver com más companhias, de uso de drogas e fugas de casa. Se for feito um acompanhamento na criança com idade de 9 ou 10 anos, existe uma grande probabilidade que se evitar tais situações.


Dessa forma a família passa desempenhar um papel de extrema importância ao conhecer bem os seus filhos, conduzindo de forma ponderada, mas sem perder a firmeza baseada em disciplina e autoridade. Um ponto importante é o conhecimento por parte da escola do transtorno apresentado pela criança , porque muitas situações na própria escola deverão ser reavaliadas. O TOD prejudica severamente o processo de aprendizagem, e dificuldade não só o relacionamento entre colegas de classe com também juntos aos educadores.


Entre os problemas apresentados pelo aluno com TOD destacam-se o déficit de atenção, falta de foco e distração.

Abaixo temos algumas dicas de como o Educador deve tratar a criança com TOD:

- Advertir o comportamento inadequado com  cautela

- Reforçar a inclusão da criança nas aulas

- Conquistar a confiança da criança



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